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Mónica Sintra foi BOICOTADA durante concerto e isto pode ir parar a tribunal!

Mónica Sintra, recorreu às redes sociais, para denunciar uma situação que viveu durante as festas de Alpendurada, concelho de Marco de Canaveses, Porto.


Pelos vistos, o dono do agrupamento musical onde atuou, nas festas locais de Alpendurada, tentou boicotar o seu espectáculo, recusando-se a acender as luzes durante o concerto.

Estivemos em palco com muitas luzes, mas quase todas elas apagadas. Porque o dono do agrupamento musical, que é a cobra, não suporta o nosso brilho. Mas é só para vos dizer uma coisa: ‘karma’s a bitch’. Quem têm brilho próprio não precisa de leds” atirou a cantora.

Ao site da Maria ela deu mais pormenores acerca da bronca, «Eu ia cantar a um camião-palco. Estas estruturas têm sempre uma banda própria, que por norma, fornecem o som e a luz aos artistas que lá vão. Isto fica sempre escrito em contrato, e foi o que aconteceu. Eu assinei um contrato com o empresário que me contratou e ele, por sua vez, combinou tudo com o dono do camião».


«Os elementos da banda eram espetaculares, não tenho nada a apontar, mas o dono do camião, o Sr. Euriko Lopes, não se portou nada bem. Houve má vontade desde o início». O comportamento começou muito antes do concerto ter inicio e terá sido mal educado com toda a gente, até com o dono do restaurante.

«Primeiro, tocou a banda e estava tudo ok. As luzes do palco estavam todas ligadas e correu lindamente. Quando eu comecei o espetáculo, o Sr. Euriko desligou a maior parte dos LED e fiquei com o mínimo de luzes. Cantei praticamente às escuras… Felizmente, as pessoas aderiram e gostaram muito».

Euriko Lopes reagiu nas redes sociais e garante, «A Senhora Mónica Sintra irá chamar-me cobra, mas em tribunal».


«(…) Nem um simples cabo de microfone tem e prova disso é que nem um simples cabo de xlr, corrente ou uma DI tem para o espectáculo! Quanto aos Leds, eu utilizo onde quero e como quero. O que me foi pedido gratuitamente foi ceder som e luz (…) Claro que eu tenho o meu próprio material. Mas, como estava no contrato que o senhor nos ia fornecer o luz e o som, não levei. Se houve alguém que falhou, não fui eu», acrescenta, garantido, porém, que não vai processar Euriko Vieira: «Não vou fazer nada, mas acho vergonhoso o que aconteceu. Há lugar para todos e, quando contei o que se passou no Instagram, foi como um alerta. Mais nada».