Shark Tank Portugal

BRONCA: Shark Tank Portugal além de plágio vendem gato por lebre

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O Dioguinho já tinha noticiado que um dos negócios do Shark Tank Portugal não era original [ver aqui] e roçava inclusive o plágio. O negócio é o Sock Buster apresentado por dois jovens, Ricardo Alves e Guilherme Silva, que conseguiram 15 mil euros pela patente e 7,5% dos royalties.

Os jovens referiram que a patente estava “pendente“, mas ao investigarmos na realidade é mentira. Ao consultarmos os processos pendentes do INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) o único pedido feito é o de registo de marca nacional (nem é a comunitária) feito a 11 de Janeiro de 2015. Os titulares são um dos jovens Ricardo Alves e um familiar seu porque a morada é a mesma e o nome não deixa enganar, Jorge Augusto M. De Maia Alves. O outro sócio tem zero, apenas acordo de cavalheiros.

Portanto o «tubarão» João Rafael Koehler comprou uma ideia possivelmente plagiada, não inovadora e ainda que não tem qualquer patente a ser registada.

O pedido de registo de marca nacional está em fase de conclusão.

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