BB2020

A Pipoca Mais Doce fala de Cláudio Ramos “nem sempre lhe facilitei a vida com os meus comentários”

Comentadora do BB dedicou uma longa mensagem ao apresentador do reality show

Na tarde desta segunda-feira, dia 3 de agosto, A Pipoca Mais Doce, partilhou na sua página do Instagram, uma longa mensagem sobre Cláudio Ramos.


“E depois há o Cláudio. Disse algures, – já nem sei bem onde, que não vou para nova e esqueço-me de coisas – que quando soube que era um homem a apresentar o BB (e ainda estava eu longe de imaginar que também estaria metida ao barulho), achei logo que só podia ser ele. Porque sabia que era um sonho antigo mas, sobretudo, porque achei que iria entregar-se de corpo e alma à missão. Para conduzir um reality show é preciso adorar o formato, viver aquilo intensamente, entrar no jogo como se lá estivesse dentro. E, por tudo isso, tinha de ser o Cláudio”, começou por escrever

“Ao longo dos últimos anos sempre tivemos uma relação absolutamente cordial: às vezes ele dizia coisas com as quais eu não concordava, às vezes eu dizia coisas com as quais ele não concordava, pontualmente trocávamos umas mensagens sobre as nossas divergências – tudo no maior dos civismos – e pronto, nunca passou disso. Quando aterrei nas galas ia a medo. Tive sempre noção do meu lugar, nunca ambicionei estar noutro sítio, mas percebo que não seja fácil, de repente, deixar entrar alguém num espaço que é nosso. Mas depois… foi sempre bom, sempre normal”, acrescentou.


“O Cláudio fez, desde o primeiro segundo, com que eu me sentisse parte, e isso é muito bonito e generoso num mundo que tem tanto de mágico como de egóico. Não sei quantas galas fiz, mas sei que em todas elas o Cláudio me fez rir, me emocionou, me surpreendeu. Também sei que nem sempre lhe facilitei a vida com os meus comentários, que nem sempre esteve de acordo comigo (acho até que, uma vez ou outra, lhe vi nos olhinhos a vontade de me esganar), mas (e voltamos à liberdade) sempre respeitou o meu papel e as nossas diferenças”, afirmou.

O abraço que lhe dei ontem veio aqui de um lugar muito quentinho e especial, algures entre o fígado e o pâncreas, e acho que se percebe que foi sentido. Foi um obrigada por muitas coisas, o reconhecimento por tantas outras, e já uma pontada de saudade e nostalgia. Sejamos justos: se o Big Brother foi o sucesso que foi, devemo-lo a ele em grande parte. Obrigada, Cláudio, estou por aqui ❤️”, rematou.


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E depois há o Cláudio. Disse algures, – já nem sei bem onde, que não vou para nova e esqueço-me de coisas – que quando soube que era um homem a apresentar o BB (e ainda estava eu longe de imaginar que também estaria metida ao barulho), achei logo que só podia ser ele. Porque sabia que era um sonho antigo mas, sobretudo, porque achei que iria entregar-se de corpo e alma à missão. Para conduzir um reality show é preciso adorar o formato, viver aquilo intensamente, entrar no jogo como se lá estivesse dentro. E, por tudo isso, tinha de ser o Cláudio. Ao longo dos últimos anos sempre tivemos uma relação absolutamente cordial: às vezes ele dizia coisas com as quais eu não concordava, às vezes eu dizia coisas com as quais ele não concordava, pontualmente trocávamos umas mensagens sobre as nossas divergências – tudo no maior dos civismos – e pronto, nunca passou disso. Quando aterrei nas galas ia a medo. Tive sempre noção do meu lugar, nunca ambicionei estar noutro sítio, mas percebo que não seja fácil, de repente, deixar entrar alguém num espaço que é nosso. Mas depois… foi sempre bom, sempre normal. O Cláudio fez, desde o primeiro segundo, com que eu me sentisse parte, e isso é muito bonito e generoso num mundo que tem tanto de mágico como de egóico. Não sei quantas galas fiz, mas sei que em todas elas o Cláudio me fez rir, me emocionou, me surpreendeu. Também sei que nem sempre lhe facilitei a vida com os meus comentários, que nem sempre esteve de acordo comigo (acho até que, uma vez ou outra, lhe vi nos olhinhos a vontade de me esganar), mas (e voltamos à liberdade) sempre respeitou o meu papel e as nossas diferenças. O abraço que lhe dei ontem veio aqui de um lugar muito quentinho e especial, algures entre o fígado e o pâncreas, e acho que se percebe que foi sentido. Foi um obrigada por muitas coisas, o reconhecimento por tantas outras, e já uma pontada de saudade e nostalgia. Sejamos justos: se o Big Brother foi o sucesso que foi, devemo-lo a ele em grande parte. Obrigada, Cláudio, estou por aqui ❤️

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