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Renato Seabra e Carlos Castro. Os detalhes

Aos 21 anos, Renato Seabra, esteve nas bocas do mundo após matar o cronista social, Carlos Castro, num hotel em Nova Iorque.

Em 2011, o jovem tinha viajado com Carlos Castro para dar as boas vindas ao ano novo quando tudo aconteceu.

Renato Seabra foi condenado a 25 anos de prisão efectiva pela morte do cronista, e não foi deportado para o nosso país uma vez que o crime foi em solo Americano.

A 2 de Janeiro o ambiente entre Carlos Castro e Renato Seabra começa a ficar pesado. O jovem terá ligado à mãe dando a entender que algo se passada e queria regressar a casa. No dia seguinte nova discussão no restaurante Pulino’s

Carlos Castro a 6 de Janeiro confessa a Vanda Pires que pensa antecipar o regresso a Portugal por já temer algumas atitudes de Renato.

No dia em que ocorreu o crime (7JAN), Renato Seabra saiu do hotel pelas 12h25 locais (17h25 PT) sozinho e pediu o telemóvel a uma desconhecida para ligar à sua mãe a pedir ajuda porque tinha discutido com o ‘Sr Carlos’.

Pelas 14h47 Carlos Castro liga a Odília Pereirinha para a acalmar, porque o filho já estava no hotel.

Terá sido a partir daí que tudo terá acontecido no quarto 3416, do Intercontinental Hotel na West 44th Street.

Carlos Castro foi violentado de várias formas como ficou provado em tribunal. Terá sido estrangulado, depois apunhalado com um saca-rolhas, os seus olhos perfurados, pontapeado, espezinhado no rosto, a cabeça atirada contra uma televisão, e finalmente, os seus testículos foram cortados.

Na acusação é possivel ler-se, “Dr. Michelle Sloane, do Gabinete de Medicina Legal, depois de um exame ao corpo, observou marcas de sapato no rosto do sr. Castro, provas de compressões no pescoço, lacerações, um grande traumatismo craniano (…)“.

 

Às 19 horas o modelo saiu do quarto, sozinho, muito bem vestido e quando se cruzou com Vanda e Mónica Pires, ele terá dito que ele jamais irá sair do hotel e vai-se embora em passo apressado.


Cerca de 20 minutos depois o corpo de Carlos Castro é encontrado enquanto Renato vagueia pela cidade. Fotografias suas rapidamente são espalhadas pela policia. Só pelas 23 horas ele é encontrado quando foi a um hospital tratar de ferimentos nas mãos e no rosto.
O taxista que o transportou reconheceu o jovem, como uma das enfermeiras de serviço.