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Disputa de troféu de miséria “Sou mais coitadinho que tu!”

Nas duas primeiras edições de “Casa dos Segredos” ganharam dois “coitadinhos”, mas na terceira a tarefa de escolher o melhor está cada vez mais difícil… pela oferta de casos.

É sabido que, em todos os reality shows há sempre um “coitadinho”, sendo que o Zé Maria, do “Big Brother 1”, será sempre o “santo” padroeiro.

Ainda assim, não há memória de tanta pobreza – e não é só de espírito – a afetar os “ex” e os atuais concorrentes da “Casa dos Segredos”. Depois do pastor António ter contado a sua vida de miséria na primeira edição, a que adicionava a virgindade – o que lhe valeu a comoção e os votos que lhe deram a vitória –, chegou a vez de João Mota que, entre lamentos e lágrimas, lá foi dizendo que tinha levado um pontapé na boca da namorada (devia estar deitado, pois mede mais 30 cm. do que ela…), por estar a ver a Cláudia Vieira.

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Ainda que, sem dúvida, já se tenha levado pontapés por coisas bem piores – recorde-se, por exemplo, o de Marco a Sónia, na primeira edição de BB –, a população embarcou na cantiga do rapaz – que até sabe umas coisas de boxe tailandês para se defender – e lá o deixou ganhar a segunda versão, ficando apenas aguada pela não consumação do ato entre ele e Fanny, que acabou em nada.

Agora, e com a terceira edição a desenrolar-se, as coisas complicam-se e os candidatos ao sofrimento são mais que muitos. Temos Nuno Mota, o chorão – será do apelido? –, que relatou o abandono da sua mãe quando era pequeno; seguido de perto pelas manas Petra e Mara, que têm a casa a cair aos bocados na Madeira.

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E porque não há dois casos sem três, há o portuense Fábio Machado, a quem a ex-namorada e também residente, Alexandra, terá aplicado os mais variados tipos de agressões – fazendo o pontapé da “ex” de João Mota parecer uma coisa de meninos.

Podemos ainda evidenciar os casos de Vanessa – a quem o pai não quer meter a vista em cima –, ou a virgindade “roubada” a Sandra, pelo namorado que já não a quer, e por aí fora, mas os três primeiros casos relatados disputam o troféu do mais miserável de todos.

NOVAGENTE