Home / Shark Tank Portugal / Os negócios da terceira semana de Shark Tank Portugal

Os negócios da terceira semana de Shark Tank Portugal

Shark Tank Portugal teve este sábado o seu terceiro programa.

No total foram investidos 110 mil euros, com possibilidade de chegar aos 140 mil euros. Foram fechados quatro negócios onde todos os empreendedores investiram dinheiro, o que aconteceu pela primeira vez.

Conheça os negócios do terceiro programa:

Sigura-te

Simone Fragoso, apresentou uma marca que produz toucas de natação e toalhas de microfibra. A proposta da empreendedora foi de 10 mil euros com 10% em royalties. Tratam-se de toucas impremiáveis e toalhas para retirar o excesso de água.

Tim Veira foi o primeiro a mostrar-se interessado mas todos elogiaram o negócio. Mário Ferreira apresentou também uma proposta de ganhar apenas 7% dos royalties, sendo os restantes 3% revertidos para a fundação de atletas paraolímpicos.

Gerou-se uma discussão mas o negócio acabou por ser fechado com todos os tubarões em sociedade de acordo com a proposta inicial de Simone.

v8 Waterless

45 mil euros em troca de 10% do negócio. Trata-se de um produto que permite a limpeza de um carro ou mota em qualquer lugar sem necessidade de água.

O empreendedor esclareceu que tem uma empresa familiar com vários produtos e 10% do negócio corresponde a toda a empresa enquanto 40% corresponde apenas a o negócio.

A explicação não convenceu Mário Ferreira, João Rafael e Susana ficaram fora. 20 mil euros em capital, mais 20 mil euros em empréstimo por 60% da empresa foi a proposta de Miguel Ribeiro Ferreira, que acabou por fechar negócio.

Xperimental Shoes

As gémeas Ana e Célia trouxeram ao programa um negócio de calçado e pediram 40 mil euros com 15% da empresa. 25% será para investir em marketing e 75% para investir no mercado americano.

Mário Ferreira não se mostrou interessado no negócio que não considerou sustentável. Tim Vieira quis fazer parte da marca e acreditou no sucesso do negócio. 40 mil para 35% foi a proposta do tubarão com 40 mil adicionais caso seja necessário.

João Rafael Koehler e Miguel Ribeiro Ferreira acabaram por se juntar à proposta de Tim Vieira, embora com uma percentagem mais baixa e fecharam negócio com as empreendedoras.

Sumo Pontífice

Rui Amaral e Diogo Campos trouxeram a proposta de 20% da empresa por 100 mil euros. Trata-se de uma marca de sumos funcionais com benefícios para a saúde baseados na filosofia de terapia alimentar.

O modelo de negócio passa pelos franchisings e já existem 3 lojas. João Rafael Koehler acha que a avaliação de 500 mil euros de avaliação da empresa é demasiado alta.

Os empreendedores acabaram por não fechar negócio apesar dos elogios dos empreendedores ao produto.

Notebook Comestível

Ricardo Silva pediu 2500 euros por 10% da empresa. Trata-se de uma versão mais rudimentar da aplicação snapchat em que alguém pode comprar um bloco de notas, escrever uma mensagem e oferecer a alguém, um produto comestível.

Todos os empreendedores deram grandes elogios . Mário e Tim pediram 20 mil euros por 75% da empresa. Tim Vieira e Mário Ferreira acabaram por fechar negócio por 20 mil euros e 70% da empresa. Os tubarões compraram a ideia e pretendem industrializar o processo de produção dos blocos comestíveis.