TVI

Nuno Santos relembra “morte brutal” da princesa Diana

Esta segunda-feira, dia 31 de agosto, Nuno Santos, recorreu às redes sociais, para recordar a morte da Princesa Diana.


Nessa altura, ainda a trabalhar para a SIC, o profissional de televisão relembrou como tudo se passou numa perspectiva diferente.

“Não é uma data redonda, mas é uma data marcante. Naquele 31 de Agosto de 1997 eu estava de fim de semana na Figueira da Foz quando o telemóvel tocou. Ainda não era o tempo dos smartphones, nem dos canais de notícias em Portugal, muito menos das redes sociais, mas há um antes e um depois desse 31 de Agosto na maneira como nos relacionamos, cidadãos, jornalistas e até actores políticos, incluindo os chefes de estado, com as notícias“, começou por escrever o agora diretor-geral da TVI.

“A morte brutal da Princesa Diana desencadeou uma operação informativa sem precedentes. Tudo mudou numa semana. O José Alberto Carvalho seguiu para Londres, numa equipa liderada pelo Luis Marques e onde estavam também, entre outros, a saudosa Maria José Nunes, o João Adelino Faria ou a Maria João Ruela. Em Lisboa, na retaguarda, a sólida redação da SIC, como por certo as da TVI e da RTP, mobilizaram os melhores recursos. Há pouco apareceu-me a memória desse dia e desse tempo que parece distante, mas que nunca será esquecido por quem o viveu. Os grandes momentos servem sempre de inspiração para o futuro”


View this post on Instagram

Não é uma data redonda, mas é uma data marcante. Naquele 31 de Agosto de 1997 eu estava de fim de semana na Figueira da Foz quando o telemóvel tocou. Ainda não era o tempo dos smartphones, nem dos canais de notícias em Portugal, muito menos das redes sociais, mas há um antes e um depois desse 31 de Agosto na maneira como nos relacionamos, cidadãos, jornalistas e até actores políticos, incluindo os chefes de estado, com as notícias. A morte brutal da Princesa Diana desencadeou uma operação informativa sem precedentes. Tudo mudou numa semana. O José Alberto Carvalho seguiu para Londres, numa equipa liderada pelo Luis Marques e onde estavam também, entre outros, a saudosa Maria José Nunes, o João Adelino Faria ou a Maria João Ruela. Em Lisboa, na retaguarda, a sólida redação da SIC, como por certo as da TVI e da RTP, mobilizaram os melhores recursos. Há pouco apareceu-me a memória desse dia e desse tempo que parece distante, mas que nunca será esquecido por quem o viveu. Os grandes momentos servem sempre de inspiração para o futuro.

A post shared by Nuno Santos (@nuno.sant0s) on

Artigos Relacionados

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Botão Voltar ao Topo