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Manuel Maria Carrilho condenado por difamação a ex-padrasto de Bárbara Guimarães

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O antigo ministro da cultura Manuel Maria Carrilho, estava acusado por Carlos Teixeira Pinto, ex-padrasto de Bárbara Guimarães, por declarações sobre alegada violação.

O caso remonta a Outubro de 2013, altura em que Manuel Maria Carrilho afirmou publicamente que o médico Carlos Teixeira Pinto, ex-padrasto de Bárbara Guimarães, a teria tentado violar, alegando que a própria teria mencionado esta situação em diversas ocasiões. De acordo com a decisão do tribunal, o ex-ministro terá de pagar uma indemnização cível por danos morais no valor de 25 mil euros, além de uma multa de cerca de 6400 euros (320 dias de multa, à taxa diária de 20 euros) e ainda todas as custas judiciais.

Recorde-se que estava acusado de sete crimes de difamação, sendo condenado por três, correspondentes às declarações que deu a diferentes órgãos de comunicação social e que foram posteriormente replicadas em outros meios.

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