José Eduardo Moniz REAGE ao processo crime de que é alvo.. acusado de plágio

José Eduardo Moniz foi acusado de ter copiado um original da argumentista brasileira Marisa Medeiros, A Sete Chaves. (aqui)

Ele reagiu nas redes sociais esta terça-feira com um longo texto onde afirma que “Não admito que belisquem a minha honra e acusar-me de plágio é uma calúnia que não pode ficar sem castigo“.


«Desde que está foto foi tirada, muitos anos se passaram. Mais de quarenta anos dedicados ao jornalismo, à Televisão, à Rádio e ao novo ambiente digital. Muito tempo de aprendizagem e de construção de um nome que, em nenhuma circunstância, permitirei que seja beliscado. Vem isto a propósito do facto de uma senhora que não conheço de nenhum lado, de nome Marisa Medeiros, surgir, do nada, a lançar atoardas a meu respeito sobre a novela A Única Mulher, um enorme sucesso em Portugal, que foi escrita por Maria João Mira, e que tive a enorme honra de supervisionar. Já tive oportunidade, há dias, de colocar sonolentos nós is nesse caso, típico de quem se quer aproveitar de alguma coisa ( Nao deve ser alheio a isso o facto de, entretanto, me ter tornado consultor da Band. Certamente, não se trata de coincidência. Como não quero perder nem mais um minuto com esta matéria, mas como também não permito que ninguém, mesmo ninguém, ponha em causa a minha honorabilidade, devido, há dias, tomar posição sobre o assunto. A primeira e última. O resto, por iniciativa minha, será com os tribunais. Para que ninguém se equivoque, repito aqui o texto que fiz publicar : “Lamento este tipo de pseudojornalismo que aqui vejo. Bastaria ao escriba que tratou de divulgar isto estar atento e interrogar-se-ão sobre quem se sentará no banco dos réus. Saberia, por exemplo, que o Correio da Manhã, aparentemente a primeira entidade a divulgar esta “notícia”, já tratou de publicar uma informação segundo a qual a referida senhora, que não conheço de lado nenhum assim como a “ sua obra”, irá ser por mim alvo de um processo crime, estando o caso já nas mãos do meu advogado para os efeitos convenientes. O Tribunal é, de facto,o lugar certo para se averiguar quem fala verdade é quem é que pretende tirar partido de quê. Não admito que belisquem a minha honra e acusar-me denotacional é uma calunia que não pode ficar sem castigo. José Eduardo Moniz»


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Desde que está foto foi tirada, muitos anos se passaram. Mais de quarenta anos dedicados ao jornalismo, à Televisão, à Rádio e ao novo ambiente digital. Muito tempo de aprendizagem e de construção de um nome que, em nenhuma circunstância, permitirei que seja beliscado. Vem isto a propósito do facto de uma senhora que não conheço de nenhum lado, de nome Marisa Medeiros, surgir, do nada, a lançar atoardas a meu respeito sobre a novela A Única Mulher, um enorme sucesso em Portugal, que foi escrita por Maria João Mira, e que tive a enorme honra de supervisionar. Já tive oportunidade, há dias, de colocar sonolentos nós is nesse caso, típico de quem se quer aproveitar de alguma coisa ( Nao deve ser alheio a isso o facto de, entretanto, me ter tornado consultor da Band. Certamente, não se trata de coincidência. Como não quero perder nem mais um minuto com esta matéria, mas como também não permito que ninguém, mesmo ninguém, ponha em causa a minha honorabilidade, devido, há dias, tomar posição sobre o assunto. A primeira e última. O resto, por iniciativa minha, será com os tribunais. Para que ninguém se equivoque, repito aqui o texto que fiz publicar : “Lamento este tipo de pseudojornalismo que aqui vejo. Bastaria ao escriba que tratou de divulgar isto estar atento e interrogar-se-ão sobre quem se sentará no banco dos réus. Saberia, por exemplo, que o Correio da Manhã, aparentemente a primeira entidade a divulgar esta “notícia”, já tratou de publicar uma informação segundo a qual a referida senhora, que não conheço de lado nenhum assim como a “ sua obra”, irá ser por mim alvo de um processo crime, estando o caso já nas mãos do meu advogado para os efeitos convenientes. O Tribunal é, de facto,o lugar certo para se averiguar quem fala verdade é quem é que pretende tirar partido de quê. Não admito que belisquem a minha honra e acusar-me denotacional é uma calunia que não pode ficar sem castigo. José Eduardo Moniz”

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