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Google Maps está de volta ao iPhone

Quando em Setembro a Apple lançou a versão mais actual do seu sistema operativo, deixou de fora o Google Maps. Preferiu apostar em produção própria, mas a aventura não correu bem. Erros diversos tornaram o serviço de mapas nada fiável e geraram muitas críticas. Três meses depois, a Apple decidiu simplesmente fazer marcha-atrás.

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Foram semanas difíceis para quem se quis guiar pela app de mapas que a empresa dos icónicos iPhone, iPod e iPad incluiu no sistema operativo iOS6, lançado em Setembro. Isto porque a aplicação própria que a Apple desenhou – pensada como novidade do iPhone 5 – não encontrava diversos locais ou dava informações erradas aos utilizadores.

Como o PÚBLICO notíciou em Setembro, as críticas focaram-se na ausência de indicação de transportes públicos (que, no caso de algumas cidades, pode ser descarregada), na impossibilidade de encontrar locais que nos mapas do Google são localizados sem dificuldades e em várias referências incorrectas. Por exemplo, a Praça Coronel Pacheco, no Porto (onde está a redacção do PÚBLICO naquela cidade), não surgia listada nos novos mapas. Já a estação de caminhos de ferro de Helsínquia surgia listada como um parque; um museu britânico de móveis era localizado num rio e os mapas indicavam um aeroporto numa quinta irlandesa chamada Airfield.

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O embaraço foi tal que o director-executivo da Apple, Tim Cook, veio na altura a público pedir desculpa pelas falhas. Nesta quinta-feira, a Google anunciou, por seu lado que o Google Maps volta a estar disponível no iPhone. A aplicação pode ser descarregada no iTunes, em mais de 40 países, incluindo Portugal, e em 29 idiomas. A versão disponível destina-se à quarta geração do iPhone e iPod Touch, iOS 5.1 ou mais actual.

No blogue oficial da empresa, o responsável do Google Maps for Mobile, Daniel Graf, descreve algumas inovações da aplicação, que reúne mais de 80 milhões de pontos de interesse e de negócios, com possibilidade de visão 2D e 3D. Foram integradas informações sobre o estado do tráfego e os transportes públicos.

fonte: publico