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Declara-se anti-praxe e é humilhado

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Este vídeo já é de 2010 e é de um estudante que se declara anti-praxe, foi assobiado, e insultado. Normalmente usam o argumento da não ida à queima das fitas, aos jantares de curso, não poder pertencer às listas das associações de estudantes, não podes usar a capa, etc. É verdade tudo isto, e nem vale a pena negar, isto é dito e repetido como forma de pressão, tipo a pide nos interrogatórios.

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5 Comentários

  1. eu sou contra as praxes por estas e outras razoes igualmente parecidas…. uma pessoa tem que se sujeitar a tudo isto? porque? quem sao estes meninos pra proibir a ida a queima a jantares de curso entre outras actividades? Metem nojo ao nojo…

  2. e depois por causa destes cabrões que só sabem humilhar, os outros, como eu que tentam ajudar os alunos novos, temos a fama de ser como eles.

  3. Acho que todos deviam ler isto (parte de um email enviado à Sic por mostrarem o video na prespectiva errada) para perceber de uma vez por todas a realidade desse vídeo: este vídeo mostra o que é chamada de “aula fantasma”, que não é nada mais nada menos que uma brincadeira. Nesta praxe, se assim quiserem chamar, é feito uma espécie de teatro com os alunos do 2º e 3º aos recém chegados caloiros. Essa “aula fantasma” começa com o diretor e os restantes elementos do quadro de docentes e deixar a sala depois de uma breve introdução ao funcionamento da faculdade, momento este que é procedido da entrada de um “suposto professor” que na realidade é um doutor de 2º ou 3º ano não trajado. Esse doutor finge que vai dar uma aula e são feitas as mais diversas brincadeiras sobre os mais diversos temas universitários. A meio da “aula” ouvem-se cânticos realizados pelos doutores, que em seguida “invadem” a sala, momento o qual em que começa o tal vídeo.

    Depois da “invasão” os doutores começam com as praxes habituais: dizer aos caloiros para se debruçarem sobre as mesas e olhos no chão (momento este que da maneira descrita por quem é anti-praxe indica um momento de humilhação, quando na verdade é um momento de respeito pelos mais velhos e que em nada humilha visto que estão 160 futuros colegas a fazer o mesmo). Em seguida é feita a pergunta se alguém se quer declarar anti-praxe e aí começa uma nova brincadeira, onde um doutor que se fazia passar por caloiro finge ser anti-praxe e aí começam os restantes seus colegas a dizer o que se ouve no vídeo. Apesar de na altura os caloiros poderem ficar “com medo” de ser anti-praxe (situação bastante improvável visto que naquela altura já praticamente toda a gente tinha percebido que era uma brincadeira), momentos a seguir à saída da sala já todos os caloiros sabiam que tinha sido tudo uma brincadeira.

    Ainda no próprio dia e dias seguintes a quando da realização de praxes foi sempre dito que quem não quisesse não era obrigado a ser praxado e que não deixaria de se integrar por isso, acrescentavam apenas que seria divertido e haveria uma maior facilidade de integração pois estariam a conviver com os colegas e a conhecê-los, facto este provado com algumas praxes em que é mandado aos caloiros irem perguntar qualquer coisa a outros seus colegas ou a realizar tarefas ou brincadeiras em grupo, como por exemplo: um caloiro anda às voltas a dizer “tenho o cú a arder” e um colega seu vai atrás a dizer “anda cá que eu sou bombeiro” e atrás desse vai outro a dizer “eu tenho a mangueira maior”. Ao realizar esta brincadeira toda a gente se ri, inclusive os próprios praxados, e é um momento de convívio e brincadeira entre os intervenientes.

    Tudo isto para dizer que eu, tal como muitos milhares de estudantes universitários espalhados pelo país, estou profundamente descontente com a imagem negativa que andam a passar das praxes quando a realidade é totalmente o oposto, salvo raríssimas exceções. E fico ainda mais descontente por tentarem provar isso com um vídeo que apesar de dar a entender um lado negativo das praxes, não foi devidamente explicado e justificado o porquê de tais atitudes explicitas no mesmo.

    Desejo sinceramente que os noticiários alterem as suas atitudes e mostrem a realidade e não aquilo que o “povo” quer ver, e se não é o caso e pensam que é o estão a fazer é porque têm maus repórteres que não exploram os assuntos devidamente e passam assim uma imagem errada ou parcialmente correta. E neste caso espero ainda ver esta situação devidamente justificada pois passa a informação errada e denigre a reputação das praxes académicas de Coimbra.

    Obrigado pela atenção e fico aguardando breve resposta.
    Atenciosamente,
    Pedro SIlva”

  4. Eu sou “anti-praxe”, ó melhor, nem me interessa aquilo, e moro com dois praxistas, vou a todos os jantares de curso, sim porque os jantares não são praxístico, e vou à queima. E quanto ao traje só não uso porque os sapatos magoam e muito!

  5. E assim com a censura ao meu anterior comentário se comprova a orientação do «Dioguinho» que tantas vezes se auto-intitula de imparcial.

    É lamentável que não tenha escrúpulos ao publicar um vídeo como este fora de contexto e não se importe com as consequências para os indivíduos que nele aparecem.

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