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Daniel Oliveira lança FARPAS a Cristina Ferreira

Em dia de aniversário da SIC, Daniel Oliveira, fez um longo texto com vários elogios a João Baião e Diana Chaves, responsáveis pelas manhãs da estação.


No final das celebrações do 28º aniversário da SIC, é justo dedicar umas palavras à Diana e ao João. Como se sabe, a Diana e o João foram chamados, em julho, a encabeçar o mais complexo dos desafios em televisão em menos de 48 horas. E fizeram-no sem hesitações, num espaço e num registo com alto grau de exigência”, começou por escrever o diretor de entretenimento da SIC.

Sem referir o nome de Cristina Ferreira, Daniel Oliveira atirou: “Foram imunes a comparações e à intolerância de quem não aceitaria o mesmo grau de incompreensão para si mesmo. Resistiram ao desmantelamento e ataque violento a uma equipa que perdeu duas dezenas de pessoas ao longo de 11 semanas e teve de se reconstruir várias vezes durante esse período, criar novas dinâmicas e assimilar métodos e conceitos, sem que ninguém se apercebesse disso quando estávamos no ar.”

“A Diana e o João foram o rosto da honra e do orgulho dos talentosos que resistiram nos seus postos e que se empenharam com o mesmo denodo – todos juntos uns pelos outros. A Diana e o João resistiram, com serenidade, a deixar-se influenciar pelo barulho de fundo e procuraram sempre fazer o melhor que era possível em cada momento. A Diana e o João aprenderam em tempo recorde a conhecer-se um ao outro em direto – e que difícil que é essa fusão. A Diana e o João fizeram tudo isto pelo sentido de compromisso com a SIC, com os seus colegas e com o público, a quem fizeram questão de não falhar em nenhum momento. Rindo e chorando, consoante o que sentiam“, acrescentou.


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No final das celebrações do 28º aniversário da SIC, é justo dedicar umas palavras à Diana e ao João. Como se sabe, a Diana e o João foram chamados, em julho, a encabeçar o mais complexo dos desafios em tv em menos de 48 horas. E fizeram-no sem hesitações, num espaço e num registo com alto grau de exigência. Foram imunes a comparações e à intolerância de quem não aceitaria o mesmo grau de incompreensão para si mesmo. Resistiram ao desmantelamento e ataque violento a uma equipa que perdeu duas dezenas de pessoas ao longo de 11 semanas e teve de se reconstruir várias vezes durante esse período, criar novas dinâmicas e assimilar métodos e conceitos, sem que ninguém se apercebesse disso quando estávamos no ar. A Diana e o João foram o rosto da honra e do orgulho dos talentosos que resistiram nos seus postos e que se empenharam com o mesmo denodo – todos juntos uns pelos outros. A Diana e o João resistiram, com serenidade, a deixar-se influenciar pelo barulho de fundo e procuraram sempre fazer o melhor que era possível em cada momento. A Diana e o João aprenderam em tempo recorde a conhecer-se um ao outro em direto – e que difícil que é essa fusão. A Diana e o João fizeram tudo isto pelo sentido de compromisso com a SIC, com os seus colegas e com o público, a quem fizeram questão de não falhar em nenhum momento. Rindo e chorando, consoante o que sentiam. Foram e são um exemplo do que é a SIC. Uma televisão feita em equipa, com verdade, com alma e com a alegria genuína de ser feliz. Hoje é mais que merecido que tivessem estreado a sua casa nova, tendo oportunidade de trabalhar e evoluir num contexto de estabilidade, apadrinhados pelo entusiasmo da família SIC. Parabéns, Diana e João! Parabéns equipa Casa Feliz! Parabéns SIC!

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