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Felipa Garnel processou a jornalista Rita Marrafa de Carvalho

Felipa Garnel, directora da revista Lux usou o seu blog para informar que processou a jornalista da RTP Rita Marrafa de Carvalho devido a um comentário no Facebook.

Há uns tempos, a jornalista Rita Marrafa de Carvalho, a propósito de uma crítica que fiz no Facebook a uma peça na televisão sobre camas, escreveu um comentário, também no Facebook, que atentava gravemente contra o meu bom nome e reputação. Dizia ela: “A Felipa Garnel, antiga assistente do concurso de Nicolau Breyner Jogo de Cartas, teve uma ascenção meteorítica. O tema “camas” parece-lhe caro… Há ali uma ferida por sarar. Deixa…“, começa por dizer.

A insinuação vil era de que a minha carreira tinha sido facilitada por favores sexuais. Em tribunal confessou que não me conhecia. O carácter da jornalista RMC revelou-se: não só faz insinuações caluniosas como as faz recair sobre pessoas que declara desconhecer. A credibilidade é um valor essencial para o jornalista, o carácter o valor supremo da pessoa. Não há um sem o outro e, na pessoa de RMC, ambos ficaram em ruínas. Hesitei em apelar para a justiça, contudo, não podia tolerar que a calúnia passasse sem castigo”, continua.

Esta semana sentou-se na cadeira do réu não só a jornalista RMC, como a impunidade dos que pensam que tudo se pode escrever na internet. A jornalista RMC foi instada a redigir um pedido de desculpas, gesto meramente simbólico, porque nada mais pretendi. Não sei se o texto que publicou limpou a lama que intentou lançar contra mim, mas é certo que despiu a jornalista RMC, pondo a nu a baixeza de quem insulta um desconhecido (“Venho por este meio, e após dois anos, verificar que o meu comentário terá, alegadamente, provocado dor e sofrimento, além do incómodo, a Felipa Garnel. Como tal, peço desculpa à directora da revista Lux. Não era o meu intuito e, à distância, não voltaria a efectuar o comentário nestes termos. Obrigada”). Esta retratação nos seus retraídos termos é bem reveladora do seu peculiar carácter. A jornalista RMC pouco importa, porque a própria pouca importância se atribui, ou teria mais cuidado nos seus actos. Mais relevante é dar a conhecer a quem é alvo de baixezas publicadas no Facebook e outras redes sociais, que vale a pena lutar pelo direito à dignidade e ao bom nome, já que, pelo menos no meu caso, a justiça foi reposta.” Sabe mais aqui.