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Caso MC Bin Laden: Cláudio Ramos sai em defesa dos ofendidos

Cláudio Ramos escreveu um longo texto no seu blog acerca da polémica MC Bin Laden que tem sido ignorado pela imprensa em geral mas principalmente pela TVI/Endemol.

“Não sou amigo do Carlos Costa, conheço-o, acho-o talentoso enquanto artista e até entendo muitos dos exageros que comete para ter visibilidade. E é exactamente por não ser seu amigo e perceber a sua postura, que me considero altamente imparcial na avaliação do que tem acontecido por estes dias com o seu nome e o de Maria Leal. Eu não sou um cobardolas que se indigna com o que se passa no mundo e no meio do grandes e quando alguma coisa chata e grave atinge alguns, que muitos consideram que ‘tem de se sujeitar’ fico quieto e calado. Esse não sou eu! Eu vou de frente e trato todas as celebridades de igual, mesmo que para elas use o peso e medida que me foram mostrando ao longo do caminho. Não posso concordar com um vídeo ‘execrável’ que foi colocado na internet por ‘MC Bin Laden’ que foi convidado no programa da TVI Love On Top. No vídeo vê-se este convidado a ser ‘instigado’ por uma possível assessora de imprensa contra o cantor, a dizer barbaridades e a tecer afirmações graves, mesquinha, ofensivas e que são criminosos em primeira análise. Não se faz isso com ninguém, não se faz isso com um artista que está no programa e não se faz isso com um convidado que aparentemente a jovem representa. Isso é vergonhoso, para todos, mas principalmente para ela. Carlos deveria levar a tribunal. Em qualquer lugar do mundo isto teria um nome e um trato diferente. Portugal tem costumes brandos para o que lhe convém. Se a produtora não tomar uma posição quanto as ofensas que o Carlos Costa recebeu, porque quando se vê o vídeo os elementos da produtora – apesar de não se insurgirem com a linguagem e termos usados, não os aplicam – acho mesmo que ele deveria seguir em frente, não ter medo nem ficar calado e denunciar. Não vai chegar a lado nenhum, a lei é branda e demorada em casos destes, mas é preciso que se perceba que os limites do bom senso devem prevalecer, ” começa por dizer. Vê o texto completo aqui.