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Bárbara Guimarães falou da violência doméstica, mas juíza não foi na conversa

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Bárbara Guimarães esteve durante mais de quatro horas no Campus de Justiça, em Lisboa, a prestar declaraçõesno processo que tem contra o ex-marido, Manuel Maria Carrilho.

Ele fica tão mau, virava um monstro quando me batia. É horripilante. Pensei que ele me ia matar. Tive a certeza de que ele era capaz disso (…) Tinha vergonha. Custava-me muito assumir-me como vítima de violência doméstica (…) Ele não vai parar enquanto não me destruir.

Uma vez, ele chamou-me ao sótão, virou- -me para as escadas e disse: ‘Estás a ver aqui estas escadas? Olha bem, vais por elas abaixo, bates na escultura do teu pai e eu e os teus filhos vamos rezar por ti’. E eu acredito nisto“. Garantiu ainda ter sido agredida ter sido agredida com “murros, pontapés e apertões nos braços” .

De acordo com o CM, Joana Ferrer (juíza) questionou Bárbara Guimarães pela inexistência de queixas e provas periciais médicas que sustentem a tese de violência doméstica. “É a primeira vez que me encontro com uma coisa insólita: perícias a fotografias. Fiquei boquiaberta. Para mim, as fotografias valem zero“, disse a juíza, que achou estranho ela nunca ter apresentado queixa em tantos anos.

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